Ministério da Educação e Ciência (MEC) prepara um documento orientador que abordará, entre outras, a temática "afectos e educação para a sexualidade".
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) indicou que desde 2011 até pelo menos Novembro de 2014 foram formados na área da Educação Sexual 14.150 professores, em acções que totalizaram 5.525 horas. Prevê continuar com a formação de docentes do sistema (que actualmente rondarão os 120 mil, no total) e publicar o Referencial de Educação para a Saúde.
De acordo com o gabinete de imprensa do MEC, o Referencial de Educação para a Saúde, que está em fase de conclusão, indica “um conjunto de conhecimentos, atitudes e comportamentos que as crianças e jovens devem revelar ao longo do seu percurso escolar”. Na linha de outros documentos orientadores, esclarece, pretende ser um instrumento “de apoio que, no âmbito da autonomia de cada estabelecimento de ensino”, possa ser utilizado e adaptado “em função das opções a definir em cada contexto, enquadrando as práticas a desenvolver”.
O documento está a ser elaborado em parceria com a Direcção-Geral da Saúde (DGS) e o Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD) e integra, entre outras, a temática "afectos e educação para a sexualidade", informa ainda o MEC. “Prevê-se um período de discussão pública, para contributos da sociedade civil, que antecede a homologação pela tutela e a formação de educadores e professores”, adianta.
Na resposta por escrito ao PÚBLICO, não há referência directa ao facto de na última avaliação oficial, prevista na lei da Educação Sexual, se ter concluído que a grande maioria das escolas estava a aplicar a legislação na “forma”, mas que pelo menos parte não o fazia em relação à "filosofia”.
in Publico.pt
As ações de formação e outros eventos formativos destinados a professores e educadores.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Complementos de formação superior para o ensino de inglês no 1ºCEB (novo grupo de recrutamento 120) - Aveiro
Organização: UINFOC- Unidade Integrada para a Formação Continuada da Universidade de Aveiro
Inscrições até 20 de fevereiro de 2015.
Saiba mais aqui.
Inscrições até 20 de fevereiro de 2015.
Saiba mais aqui.
Curso Neuroeducação - Lisboa
Curso Neuroeducação
Organização: PH+
Datas: 28 de fevereiro a 14 de março de 2015
Local: Belém, Lisboa
Organização: PH+
Datas: 28 de fevereiro a 14 de março de 2015
Local: Belém, Lisboa
(clique na imagem para ampliar)
sábado, 14 de fevereiro de 2015
FNE quer reunir com Governo para negociar regulamentação da formação contínua
O Diploma reconhece também como formação as “acções de curta duração”, definindo a obrigatoriedade de terem uma duração mínima de três horas e máxima de seis horas.
A Federação Nacional de Educação (FNE) pediu hoje ao Ministério da Educação e Ciência (MEC) uma reunião para discutir “o atraso na regulamentação do regime jurídico da formação contínua (RJFC)” dos professores e dar início a negociações.
“A FNE entende que o atraso na regulamentação do RJFC não é aceitável, devendo ser superado rapidamente, pelo que solicitou ao MEC a marcação de uma reunião, tendo como objectivo delinear a metodologia e o calendário de negociações, possibilitando a apresentação das nossas perspectivas em relação às questões em aberto”, lê-se no comunicado da federação sindical hoje divulgado.
No dia em que se assina um ano sob a publicação do decreto-lei que criou o novo regime de formação contínua, conforme lembra o documento da FNE, a federação afirma que as matérias a que se dedica o diploma legal “continuam por regulamentar”, acrescentando que os documentos publicados após o decreto-lei inicial “são unicamente de carácter administrativo”.
“Defendendo que a formação é um direito dos professores, a FNE continua empenhada na exigência de uma formação contínua capaz de dotar a profissão docente com uma actualização permanente face ao mundo em mudança e que seja alavanca do desenvolvimento profissional de cada professor, factor de sucesso educativo e de melhoria do próprio sistema educativo”, defende a organização sindical.
O diploma que estabelece as regras da formação contínua de professores, necessária para a progressão na carreira e avaliação de desempenho, foi publicado a 11 de Fevereiro de 2014 em Diário da República, não invalidando as acções de formação já em curso.
O decreto-lei n.º 22/2014 estabelece o regime jurídico da formação contínua dos docentes das escolas públicas e do ensino particular e cooperativo associados a um Centro de Formação de Associação de Escolas (CFAE), assim como dos professores que exercem funções legalmente equiparadas ao exercício de funções docentes.
As modalidades de formação reconhecidas pelo diploma são os cursos, as oficinas e os círculos de estudos. Estas acções de formação têm de ter a duração mínima de 12 horas e têm de ser acreditadas pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC).
O diploma reconhece também como formação as “acções de curta duração”, definindo a obrigatoriedade de terem uma duração mínima de três horas e máxima de seis horas.
A Federação Nacional de Educação (FNE) pediu hoje ao Ministério da Educação e Ciência (MEC) uma reunião para discutir “o atraso na regulamentação do regime jurídico da formação contínua (RJFC)” dos professores e dar início a negociações.
“A FNE entende que o atraso na regulamentação do RJFC não é aceitável, devendo ser superado rapidamente, pelo que solicitou ao MEC a marcação de uma reunião, tendo como objectivo delinear a metodologia e o calendário de negociações, possibilitando a apresentação das nossas perspectivas em relação às questões em aberto”, lê-se no comunicado da federação sindical hoje divulgado.
No dia em que se assina um ano sob a publicação do decreto-lei que criou o novo regime de formação contínua, conforme lembra o documento da FNE, a federação afirma que as matérias a que se dedica o diploma legal “continuam por regulamentar”, acrescentando que os documentos publicados após o decreto-lei inicial “são unicamente de carácter administrativo”.
“Defendendo que a formação é um direito dos professores, a FNE continua empenhada na exigência de uma formação contínua capaz de dotar a profissão docente com uma actualização permanente face ao mundo em mudança e que seja alavanca do desenvolvimento profissional de cada professor, factor de sucesso educativo e de melhoria do próprio sistema educativo”, defende a organização sindical.
O diploma que estabelece as regras da formação contínua de professores, necessária para a progressão na carreira e avaliação de desempenho, foi publicado a 11 de Fevereiro de 2014 em Diário da República, não invalidando as acções de formação já em curso.
O decreto-lei n.º 22/2014 estabelece o regime jurídico da formação contínua dos docentes das escolas públicas e do ensino particular e cooperativo associados a um Centro de Formação de Associação de Escolas (CFAE), assim como dos professores que exercem funções legalmente equiparadas ao exercício de funções docentes.
As modalidades de formação reconhecidas pelo diploma são os cursos, as oficinas e os círculos de estudos. Estas acções de formação têm de ter a duração mínima de 12 horas e têm de ser acreditadas pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC).
O diploma reconhece também como formação as “acções de curta duração”, definindo a obrigatoriedade de terem uma duração mínima de três horas e máxima de seis horas.
12.º Seminário Regional da APPI - Funchal
12.º Seminário Regional subordinado ao tema «Sharpen your skills!»
Organização: Associação Portuguesa de Professores de Inglês (APPI)
Formação acreditada pelo CCPFC
Saiba mais aqui.
Organização: Associação Portuguesa de Professores de Inglês (APPI)
Datas: 18, 19 e 20 de fevereiro de 2015
Local: Escola Secundária Jaime MonizFormação acreditada pelo CCPFC
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