Debates públicos «Novo Programa Matemática Ensino Básico»
Organização: Departamento de Matemática da FCUP
Próximas datas:
22 de maio - Autonomia do Professor: a Liberdade Metodológica
24 de maio - Raciocínio Matemático: a Geometria no Ensino Básico
As ações de formação e outros eventos formativos destinados a professores e educadores.
terça-feira, 21 de maio de 2013
CNE: Peso da formação contínua na progressão da carreira docente deve diminuir
CNE: Peso da formação contínua na progressão da carreira docente deve diminuir
O Conselho Nacional de Educação recomendou a redução do peso da formação contínua dos docentes para a progressão na carreira, referindo que o seu carácter de obrigatoriedade para avançar na carreira não deve ser factor predominante para procurá-la.
"Ao fazer depender a progressão na carreira da obrigatoriedade da frequência de um mínimo de horas, por ano de formação, devidamente creditado, poderemos admitir que os professores tenderão a procurar a formação porque precisam dela para avançar na carreira e não porque estejam predominantemente motivados ou orientados para o desenvolvimento pessoal e profissional", defende o Conselho Nacional de Educação (CNE).
Na recomendação sobre formação contínua de educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário, enviada na passada sexta-feira ao gabinete do ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, o CNE sublinha que "é importante sobrevalorizar a formação contínua com objectivos de desenvolvimento profissional".
Frisando que a formação contínua dos docentes deve procurar equilibrar as necessidades das escolas e as necessidades de actualização científica e pedagógica dos professores, o CNE defende que "não pode, por isso, ser considerada como uma obrigação a cumprir para progredir na carreira, nem tão pouco como uma simples e avulsa actualização ou complemento de formação inicial".
"Também não deve subordinar-se à imposição arbitrária que obriga que dois terços da formação incidam sobre conteúdos de natureza científico didáctica", acrescenta o conselho nacional.
O órgão consultivo do MEC defende que a formação proposta ou ministrada por escolas, centros associados a escolas ou pelo próprio ministério deve ser gratuita e deve estender-se a todos os professores, dos quadros ou com vínculo precário, colocados ou a aguardar colocação.
Do ponto de vista do CNE as acções de formação contínua devem poder contar com a colaboração e orientação dos professores "com mestrados e doutoramentos em áreas científicas específicas ou em ciências da educação", e devem envolver as instituições de ensino superior, sejam politécnicos ou universidades, às quais deve ser atribuído um "papel central".
"A opção pela formação contínua à distância, nomeadamente através de fóruns virtuais ou de e-learning, desde que adequadamente fundamentada, poderá, dentro de certos limites, constituir uma importante alternativa para atender às expectativas dos professores e à necessidade das escolas ou agrupamentos de escolas", recomenda ainda o CNE.
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O Conselho Nacional de Educação recomendou a redução do peso da formação contínua dos docentes para a progressão na carreira, referindo que o seu carácter de obrigatoriedade para avançar na carreira não deve ser factor predominante para procurá-la.
"Ao fazer depender a progressão na carreira da obrigatoriedade da frequência de um mínimo de horas, por ano de formação, devidamente creditado, poderemos admitir que os professores tenderão a procurar a formação porque precisam dela para avançar na carreira e não porque estejam predominantemente motivados ou orientados para o desenvolvimento pessoal e profissional", defende o Conselho Nacional de Educação (CNE).
Na recomendação sobre formação contínua de educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário, enviada na passada sexta-feira ao gabinete do ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, o CNE sublinha que "é importante sobrevalorizar a formação contínua com objectivos de desenvolvimento profissional".
Frisando que a formação contínua dos docentes deve procurar equilibrar as necessidades das escolas e as necessidades de actualização científica e pedagógica dos professores, o CNE defende que "não pode, por isso, ser considerada como uma obrigação a cumprir para progredir na carreira, nem tão pouco como uma simples e avulsa actualização ou complemento de formação inicial".
"Também não deve subordinar-se à imposição arbitrária que obriga que dois terços da formação incidam sobre conteúdos de natureza científico didáctica", acrescenta o conselho nacional.
O órgão consultivo do MEC defende que a formação proposta ou ministrada por escolas, centros associados a escolas ou pelo próprio ministério deve ser gratuita e deve estender-se a todos os professores, dos quadros ou com vínculo precário, colocados ou a aguardar colocação.
Do ponto de vista do CNE as acções de formação contínua devem poder contar com a colaboração e orientação dos professores "com mestrados e doutoramentos em áreas científicas específicas ou em ciências da educação", e devem envolver as instituições de ensino superior, sejam politécnicos ou universidades, às quais deve ser atribuído um "papel central".
"A opção pela formação contínua à distância, nomeadamente através de fóruns virtuais ou de e-learning, desde que adequadamente fundamentada, poderá, dentro de certos limites, constituir uma importante alternativa para atender às expectativas dos professores e à necessidade das escolas ou agrupamentos de escolas", recomenda ainda o CNE.
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CICLO DE CONFERÊNCIAS DE EDUCAÇÃO ESTÉTICA E ARTÍSTICA - Vários locais
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Ciclo de conferencias no abito da Programa de Educação Estética e Artística (PEEA) nos Agrupamentos de Escolas (AE) do país.
Próximas datas
25 de maio de 2013 - Bragança, Instituto Politécnico de Bragança
10 de julho de 2013 - Lisboa, Centro Cultural de Belém
Saiba mais aqui.
Ciclo de conferencias no abito da Programa de Educação Estética e Artística (PEEA) nos Agrupamentos de Escolas (AE) do país.
Próximas datas
25 de maio de 2013 - Bragança, Instituto Politécnico de Bragança
10 de julho de 2013 - Lisboa, Centro Cultural de Belém
Saiba mais aqui.
Jornadas ticLínguas 2013 Exploração e Aplicação em Contexto de Aprendizagem - Braga
Jornadas ticLínguas 2013 - Exploração e Aplicação em Contexto de Aprendizagem
Organização: Departamento de Estudos Românicos e do Centro de Línguas babeliUM e do CEHUM em articulação com o Centro e-elearning da TecMinho/Gabinete de Formação Contínua da Universidade do Minho
Datas: 24 e 25 de maio de 2013
Local: Auditório do ILCH da UMinho
Organização: Departamento de Estudos Românicos e do Centro de Línguas babeliUM e do CEHUM em articulação com o Centro e-elearning da TecMinho/Gabinete de Formação Contínua da Universidade do Minho
Datas: 24 e 25 de maio de 2013
Local: Auditório do ILCH da UMinho
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